Quando somos crianças não sabemos onde estão os limites entre o real e o imaginário. Já na fase adulta alguns de nós vivemos na linha tênue entre os mesmos. Outros preferem dizer “entre a realidade e a loucura”. Mas a loucura também é uma fuga. E mais, uma fuga total. É a anulação da existência. É a completa negação da vida. Não sei se forçosa, mas teimosa, sim, persistente e insistente. Eu não persegui a vida, ela quem me perseguiu. Obrigou-me a viver lado a lado, experimentando , abrindo as portas, as descobertas, intimidade, reconhecimento de sua área, sua influência, suas oportunidades, suas caras, enfim, tudo dela. Ainda me indago e ainda interrogo.
Sempre fui seletivo. A vida é seletiva. Ela escolhe a quem premiar e para que não pareça que Deus é injusto recorre-me que algumas coisas existem (e subsistem) para compensar outras. Deus é o “arquiteto”. Nós os arranha-céus, vistos no avião como bloquinhos de brinquedo. “Haja luz; e houve luz”. Depois, “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Nasceu a vida, semi-vida, pseudo-vida, fabricada, pré-moldada, pré-concebida, rarefeita. Hipoteticamente a forma mais inteligente da existência. Nós os homens, que pensamos que vivemos. Inteligente? Racional, talvez. Perspicácia? Pré-destinação? Audácia? Ociosidade? Mas em que circunstâncias se deu a invenção humana? Bem, não cabe a mim instá-lo. O que me impressiona é o trabalho. A força desprendida pra criar-se a mais impressionante então a mais tola das invenções. Talvez um bocejo de marasmo nos altos céus. Fez-se homem e presa nele a vida, esta que os senhores tanto anseiam, tanto lutam para permanecer, algo mais e mais a cada dia. Perscrutar-se, é o que eu faço todos os dias da minha opaca existência. Acho que todos nós já nos perguntamos, as famosas questões, indagações, blasfêmias saudáveis, cheias, infinitas, insólitas, também desprezíveis, mas suaves e amenas, compreensíveis na medida do possível. O que acontece é que estou tentando fazer os encaixes. O quebra-cabeça rendeu-me uma vida, nem tantos anos assim, o bastante para chegar a algumas conclusões e estabelecer aqui para os leitores raros alguma idéia do que seja essa confusão que nos tornamos. Vamos agora passar por todas as etapas. Nada de generalizações mas nos damos aos exemplos. Cada uma tem uma visão diferente. Há coisas que nos são comuns. É o ponto que me interessa. Estabelecer conexões.
Sempre fui seletivo. A vida é seletiva. Ela escolhe a quem premiar e para que não pareça que Deus é injusto recorre-me que algumas coisas existem (e subsistem) para compensar outras. Deus é o “arquiteto”. Nós os arranha-céus, vistos no avião como bloquinhos de brinquedo. “Haja luz; e houve luz”. Depois, “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Nasceu a vida, semi-vida, pseudo-vida, fabricada, pré-moldada, pré-concebida, rarefeita. Hipoteticamente a forma mais inteligente da existência. Nós os homens, que pensamos que vivemos. Inteligente? Racional, talvez. Perspicácia? Pré-destinação? Audácia? Ociosidade? Mas em que circunstâncias se deu a invenção humana? Bem, não cabe a mim instá-lo. O que me impressiona é o trabalho. A força desprendida pra criar-se a mais impressionante então a mais tola das invenções. Talvez um bocejo de marasmo nos altos céus. Fez-se homem e presa nele a vida, esta que os senhores tanto anseiam, tanto lutam para permanecer, algo mais e mais a cada dia. Perscrutar-se, é o que eu faço todos os dias da minha opaca existência. Acho que todos nós já nos perguntamos, as famosas questões, indagações, blasfêmias saudáveis, cheias, infinitas, insólitas, também desprezíveis, mas suaves e amenas, compreensíveis na medida do possível. O que acontece é que estou tentando fazer os encaixes. O quebra-cabeça rendeu-me uma vida, nem tantos anos assim, o bastante para chegar a algumas conclusões e estabelecer aqui para os leitores raros alguma idéia do que seja essa confusão que nos tornamos. Vamos agora passar por todas as etapas. Nada de generalizações mas nos damos aos exemplos. Cada uma tem uma visão diferente. Há coisas que nos são comuns. É o ponto que me interessa. Estabelecer conexões.
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